Gestão do Estádio Nacional Mané Garrincha é tema de reunião

Em 2019, o Estádio Nacional passou a ser administrado pela empresa Arena BSB. Além do Mané, os empresários vão administrar o Ginásio Nilson Nelson e o Complexo Aquático Cláudio Coutinho pelos próximos 35 anos

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Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. Foto: Wikimedia Commons

A Procuradoria Distrital dos Diretos do Cidadão (PDDC) realizou na tarde de terça-feira (28), uma reunião para debater a nova gestão do Mané Garrincha. O procurador de Justiça José Eduardo Sabo destacou aos presentes que o Ministério Público está buscando o aprimoramento e a integração entre os envolvidos na gestão do estádio. “A PDDC, junto a outras promotorias de Justiça, acompanha as condições de uso de todos os estádios no âmbito do DF”, afirmou.

De acordo com o presidente do consócio Arena BSB, Richard Dubois, a nova gestão tem como objetivo criar um estádio que seja atrativo, seguro, confortável e que preste um serviço de qualidade aos usuários. Destacou que algumas obras já foram feitas, além de um investimento de R$ 700 mil em automação. “Os eventos no estádio utilizarão exclusivamente as catracas da concessionária, com um sistema online, que proporcionará uma melhor transparência e controle dos órgãos de segurança”, declarou.

Na ocasião, estiveram presentes o procurador distrital dos Direitos do Cidadão José Eduardo Sabo, o procurador de Justiça Antônio Marcos Dezan, o gerente de negócios da Terracap, José Luis Wey de Brito, o presidente e o diretor do consórcio Arena BSB, Richard Dubois e Paulo Sérgio Hoff, respectivamente.

Restrições

Durante a reunião, foi levantada a questão do consumo de bebidas alcoólicas durante os eventos esportivos e a possibilidade da criação de um arquivo de registro com nomes de torcedores violentos, uma espécie de lista de pessoas com acesso restrito.

Com relação ao primeiro ponto, o presidente do consórcio Arena BSB opina que o consumo de álcool deva ser liberado. No entanto, o procurador distrital informou que o posicionamento do MPDFT é contrário à comercialização de bebidas alcoólicas durante a realização dos eventos. Já com relação aos torcedores violentos, o entendimento do Ministério Público é de que deva ser implementada a instalação de registro biométrico e, ou, facial.

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