Atriz Debbie Reynolds morre um dia depois da filha, Carrie Fisher

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Debbie Reynolds, Carrie Fisher
Foto: AP Photo/Chris Pizzello

Exatamente um dia após a morte da atriz Carrie Fisher, a princesa Leia de Star Wars, a também atriz e mãe de Carrie, Debbie Reynolds morreu aos 84 anos. A informação da morte, ocorrida na noite desta quarta-feira (28), foi dada pelo filho da atriz, Todd Fisher ao site TMZ. Segundo Todd, a causa foi um Acidente Vascular Cerebral. “Ela está com Carrie”, afirmou.

As equipes de emergência foram chamadas às pressas para socorrer Debbie, que estava na casa do filho em Beverly Hills discutindo detalhes sobre o funeral de Carrie Fisher, morta na terça-feira aos 60 anos. Ela foi levada para a UTI do hospital Cedars-Sinai, onde horas mais tarde, foi constatada a morte.

Debbie Reynolds foi imortalizada em sua carreira como atriz e dançarina através do musical “Cantando na Chuva”, de 1952, onde atuou com Gene Kelly e Donald O’Connor. Outros trabalhos que fazem parte do seu currículo são os filmes “Será que ele é?” (1997) e “O Guarda-costas” (1992), além de em séries como “Uma família da pesada” (2008) e “Will & Grace” (1999-2006).

Após a morte de Carrie Fisher, Debbie se encarregou de enviar um comunicado onde agradeceu a todos os fãs pelas homenagens: “Obrigado a todos que abraçaram os dons e talentos da minha amada e incrível filha. Estou grata por seus pensamentos e orações, que agora estão a guiando para sua próxima parada.” E completou: “Com amor, a mãe de Carrie”.

Entretanto, a carreira de Reynolds não foi marcada apenas pelos trabalhos de sucesso. Escândalos como o divórcio de seu primeiro marido e pai de Carrie, Eddie Fisher, também fizeram parte de sua história. Debbie descobriu que Eddie tinha um caso com sua melhor amiga, a atriz Elizabeth Taylor, outro nome de peso de Hollywood.

Debbie Reynolds foi premiada por suas atuações, tendo recebido em 2015 o prêmio do Sindicato de Atores em homenagem a sua carreira. Foi também empresária e fundou sua própria escola de dança, além de um cassino em Las Vegas e realizou trabalhos relacionados a coleções de roupas da indústria hollywoodiana. Por conta dos problemas mentais da filha Carrie Fisher, ligados a sua bipolaridade, desenvolveu ações de ajuda no diagnóstico e tratamento dos transtornos mentais em conjunto com a fundação Thalians.

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A atriz Carrie Fisher. Foto: REUTERS/Paul Hackett.

Carrie Fisher morreu na terça-feira (27) aos 60 anos de idade após ter sido internada na sexta-feira (23) por conta de uma parada cardíaca que sofreu dentro de um avião em Los Angeles, ao voltar de Londres. Ela gravava sua participação na série “Catastrophe” e no momento também realizava uma turnê de divulgação de seu oitavo livro, “Memórias da princesa: Os diários de Carrie Fisher”. Seu trabalho de maior relevância no cinema foi a interpretação da Princesa Leia na saga “Star Wars” durante os anos 1970 e 1980, e que teve continuidade com sua atuação em “O Despertar da Força” (2015).

Mas nem só a “Star Wars” se resume a carreira de Fisher. A atriz também participou de filmes como “Austin Powers” (1997), “Pânico 3” (2000) e o “O Império (do Besteirol) Contra-Ataca)” (2001) e em séries como “Frasier” e “Smallville”, além de comédias. Ficou conhecida também por debater publicamente seu transtorno bipolar e problemas com alcoolismo e uso de cocaína. O debate tomou formato de peça, livro e especial da HBO “Wishful drinking”, cujo sucesso resultou em duas indicações ao Emmy de 2011.

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Carrie Fisher como Princesa Leia em “Star Wars”. Foto: reprodução/Internet.

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