Goiânia recebe novo ponto de arte urbana produzido por artistas locais

Ação transformou o Reservatório da Saneago, localizado no Setor Serrinha, em uma galeria de arte pública

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Obra integrante do projeto de revitalização do Reservatório da Saneago, em Goiânia. Fotos: divulgação

Em Goiânia, quatro artistas se reuniram em um projeto com o intuito de promover a revitalização do Reservatório da Saneago, localizado no Setor Serrinha. Patrocinada pela Opus Incorporadora, a ação, que contou com produção e curadoria da Valenta Produtora de Arte Urbana, transformou o local em uma galeria de arte pública.

A execução das obras ficou a cargo dos artistas goianos Cássia Jurupiá, Diogo Rustoff, Tchella Queiroga e Wes Gama.

A arte urbana é um dos movimentos da arte contemporânea que mais teve ascensão global nos últimos anos. A última década foi marcada por diversas intervenções e de consumo cada vez maior de artistas urbanos em projetos de marcas, ilustrações e arte educação.
Em Goiânia a situação não é diferente. Há um crescimento exponencial no consumo e produção deste tipo de arte, que já ocupa diversos espaços.

A produtora cultural Larissa Pitman, diretora da Valenta, conta sobre o projeto. “Diante do cenário de pandemia, onde diversos espaços culturais e atividades encontram-se suspensos, a arte urbana que já vinha crescendo em nível global nos últimos anos, agora ganha ainda mais importância. A ideia é que as pessoas possam apreciar a arte, refletir com a mensagem da obra, observar a cidade mais colorida, tudo isso no espaço público, aberto, sem necessidade de aglomerações”, detalha.

Conheça os perfis dos artistas responsáveis responsáveis pela ação:

Marcella Queiroga, 31, goianiense, formada em Arquitetura (PUC/GO), atua desde 2018 no cenário artístico. Participou de projetos de arte e cultura em nível local. Um de seus principais objetivos com a arte é transmitir mensagens de força e empoderamento feminino através de seus murais.

Cássia Jurupiá, 35, natural de Jataí (interior de Goiás), formada em Biblioteconomia (FIC/UFG) com mestrado em Arte e Cultura Visual (PPGACV/FAV/UFG), começou a desenhar no ano de 2017 observando as mulheres em toda a sua diversidade. A partir destes desenhos, explorou as técnicas de desenho, xilogravura e aquarela e mais recentemente a pintura em mural.

Diogo Rustoff, 34, goianiense. Iniciou sua carreira em 2006 fazendo intervenções urbanas através das técnicas do stencil e do lambe-lambe. Já participou de festivais de arte urbana, nacionais e internacionais e possui em seu currículo exposições, coletivas e individuais.

Wes Gama, 33, nascido em Uruaçu, interior de Goiás. Autodidata, iniciou sua trajetória artística em 2000 através da pixação e bombing. Em 2010 começou a desenhar figuras, personagens e elementos da cultura popular. Atualmente apresenta obras com cores saturadas, traços e linhas marcantes, representando uma fusão entre a natureza e o ser humano.


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