Caiado diz não ter cogitado lockdown, mas não descarta novo decreto para rever flexibilização do comércio

Resultado de fiscalização realizada pelas prefeituras irá orientar Poderes sobre novas restrições ao comércio no Estado, já que os índices de isolamento social estão caindo

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Foto: Octacilio Queiroz

Em entrevista ao jornal O Popular, o governador Ronaldo Caiado afirmou não ter cogitado lockdown (bloqueio total) em Goiás, em diálogos com os presidentes de Poderes constituídos e prefeitos, mas não descarta novo decreto para rever a flexibilização do comércio.

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A possibilidade se justifica devido à significativa queda no percentual de isolamento social no Estado, apresentada nos últimos dias.

“Vamos continuar com o monitoramento e, caso haja resistência em atender aos protocolos, podemos pensar em um decreto para retomar as regras anteriores”,  disse o governador, a respeito das medidas de enfrentamento à epidemia do novo coronavírus (Covid-19).

Caiado ressaltou que o Governo de Goiás e as prefeituras goianas estão intensificando a fiscalização ao cumprimento dos protocolos estipulados para a reabertura gradual dos comércios no Estado, a partir do decreto editado em 19 de abril.

“Houve um período para que todos se adequassem. Depois não terão direito de reclamar, caso venham a ocorrer multas ou cassação de autorização ou outorgas das empresas. Temos que sensibilizar os goianos e passar por esta pandemia, se Deus quiser, no mesmo percentual dos últimos 60 dias”, declarou.

Durante a entrevista, Ronaldo Caiado ressaltou a importância das ações dos prefeitos Iris Rezende (Goiânia), Gustavo Mendanha (Aparecida de Goiânia) e Roberto Naves (Anápolis), que intensificaram a fiscalização nos municípios, o que servirá de parâmetro para manutenção ou não das atividades comerciais.

“Precisamos ter um número significativo de fiscais para poderem analisar se os protocolos estão sendo cumpridos conforme o último decreto para assim decidir se mantém ou não as portas abertas. Se todas essas ações não forem suficientes, nós iremos, sim, com Ministério Público, Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa de Goiás, Tribunal de Contas do Estado, Defensoria Pública, Tribunal de Contas dos Municípios, fazer outro decreto que seja bem restritivo naqueles pontos que identificarmos os maiores problemas”, afirmou o governador.

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