Luto no jornalismo brasileiro: morre no Rio, aos 63 anos, o jornalista Jorge Bastos Moreno

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O jornalista Jorge Bastos Moreno morreu à 1h desta quarta-feira (14), aos 63 anos, no Rio de Janeiro. A causa da morte, conforme informações do jornal “O Globo” foi um edema agudo de pulmão decorrente de complicações cardiovasculares.

O jornalista atuava como colunista de “O Globo”, veículo onde trabalhou por 35 anos, onde mantinha o “Blog do Moreno”. Desde março, também apresentava o talk show “Moreno no Rádio”, na CBN. Ancorava ainda, o programa “Preto no Branco”, do Canal Brasil, além de participar de alguns programas da GloboNews.

Moreno era reconhecido como um dos repórteres políticos mais respeitados do país. Sua perspicácia é evidenciada por grandes furos de reportagem, a exemplo da nomeação do general João Figueiredo como sucessor do general Ernesto Geisel – informação que publicou primeiro, quando ainda era estagiário no “Jornal de Brasília”, durante o período da ditadura militar.

Publicou dois livros “A história de Mora – a saga de Ulysses Guimarães”, de 2013 e “Ascensão e queda de Dilma Rousseff”, lançado em março deste ano. Em 1999, o jornalista também recebeu o Prêmio Esso de Informação Econômica. Tinha uma sólida carreira de mais de 40 anos no jornalismo.

Vários jornalistas e autoridades lamentaram a morte de Moreno. O presidente Michel Temer publicou nota de pesar no Twitter em que afirmou: “Perdi hoje um amigo e o jornalismo brasileiro perdeu uma de suas maiores referências.”

Confira a repercussão:

William Bonner, jornalista, âncora do Jornal Nacional

Alexandre Garcia, jornalista

Gerson Camarotti, jornalista

Michel Temer, presidente da República

Eunício Oliveira (PMDB-CE), presidente do Senado

Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados

Foto: reprodução.

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