Goiás registra saldo positivo de empregos acima da média nacional

Estado saiu à frente no mês de junho, no acumulado deste ano e no acumulado dos últimos 12 meses, de acordo com dados divulgados pelo Caged nesta quinta-feira (28)

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Foto: Rodrigo Cabral

O número de empregos formais em Goiás ficou acima da média nacional em todos os comparativos divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Previdência nesta quinta-feira (28). Os dados revelam que o crescimento de empregos formais em junho girou em 0,90% no Estado, enquanto que, no Brasil, o índice é de 0,67%.

No acumulado do ano, o cenário também é de destaque com registro de +5,83% em solo goiano, comparados aos +3,28% da média nacional. Já ao se considerar os últimos 12 meses, a média do acumulado nacional foi de +6,67%, ao passo que Goiás alcançou +8,51%.

Os setores que impulsionaram admissões de trabalhadores foram serviços, comércio, indústria em geral e construção. Nos primeiros seis meses de 2022, as novas oportunidades de empregos somaram 76.416 novas vagas formais, e um saldo positivo de 12.358 novos empregos com carteira assinada no mês de junho.

O saldo nos seis primeiros meses é resultado de 462.130 admissões contra 385.714 desligamentos. Os setores de serviços e comércio foram os que mais apresentaram oportunidades com, respectivamente, 30.412 admissões e 18.595 oportunidades, seguidos pela indústria com 13.052 carteiras assinadas. Em seguida aparecem construção (8.285) e agropecuária (6.896).

“Acumulamos um saldo positivo durante todo esse período do ano”, destaca Joel de Sant’Anna Braga Filho, titular da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC).

Cenário nacional

Em todo o País, foram criados 277.944 empregos formais (com carteira assinada) no mês de junho, resultado de 1.898.876 de contratações e 1.620.932 desligamentos. Conforme o governo federal, todos os setores tiveram saldo positivo no mês. A área de serviços foi a que mais abriu postos, com 124.534 novos contratos.

Depois aparecem comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas com 47.176 novas vagas; indústria geral com 41.517 postos de trabalho; agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura com 34.460 novos empregos e, por último, construção, que registrou 30.257 novas vagas.

Na média nacional, os salários iniciais pagos a quem foi admitido em um novo trabalho no mês de maio foi de R$ 1.922,77. Comparado a abril, houve acréscimo real de R$ 12,99 no salário médio de admissão, com variação de 0,68%.

Já no acumulado do ano, foi registrado saldo de 1.334.791 empregos, decorrente de 11.633.347 admissões e de 10.298.556 desligamentos (com ajustes até junho de 2022).

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