Covid-19: saiba o que abre e o que fecha com o decreto que estabelece lockdown em Goiânia

Medida tem o objetivo de conter o avanço da pandemia na capital. Casos da doença e taxa de ocupação de leitos de UTI tem registrado aumento nos últimos dias

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Foto: reprodução/internet

Entraram em vigor nesta segunda-feira (1º), as medidas restritivas que visam conter o avanço da pandemia de Covid-19 na capital. O lockdown em Goiânia foi estabelecido por meio do decreto 1.646-2021, assinado pelo prefeito Rogério Cruz.

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Com o decreto, apenas o funcionamento de serviços considerados essenciais passa a ser permitido. As demais as atividades econômicas estão suspensas. As determinações valem até o próximo domingo (7).

Entretanto, na hipótese de permanência da taxa de ocupação de leitos de UTI em até 70% por cinco dias consecutivos ou no caso de outros indicadores apresentarem a possibilidade de redução do período estabelecido, conforme análise de risco a ser apresentada pelo Comitê Metropolitano de Prevenção e Enfrentamento à Covid-19, ato do chefe do Poder Executivo poderá alterar o referido período.

Confira o que está liberado para funcionamento e o que está suspenso com o lockdown em Goiânia.

Atividades e serviços suspensos ou com restrições até 7 de março:

  • Academias;
  • Missas, cultos, celebrações e reuniões coletivas;
  • Feiras livres;
  • Comércio não essencial: lojas de roupas, calçados, acessórios, entre outros.

Permanecem funcionando:

  • Estabelecimentos de saúde relacionados à atendimento de urgência e emergência;
  • Atendimentos de emergências odontológicas; farmácias e drogarias; clínicas de vacinação; clínicas de imagem; serviços de testagem para covid-19;
  • Distribuidores e revendedores de gás e de combustíveis;
  • Estabelecimentos de comércio varejista e atacadista de produtos alimentícios, tais como supermercados, hipermercados e mercearias;
  • Hospitais veterinários e clínicas veterinárias, incluindo os estabelecimentos comerciais de fornecimento de insumos e gêneros alimentícios e de higiene para animais;
  • Agências bancárias e casas lotéricas;
  • Serviços de call center, restritos às áreas de segurança, alimentação, saúde, telecomunicações e de utilidade pública;
  • Segurança pública e privada – empresas e pessoas do sistema de transporte coletivo da Região Metropolitana;
  • Empresas privadas de transporte, incluindo as de aplicativos, locadoras de veículos, táxis, transportadoras, motoboy e delivery;
  • Restaurantes e lanchonetes localizados às margens de rodovia, sendo permitida a utilização de mesas e cadeiras no limite máximo de 30% de sua capacidade de pessoas sentadas.

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