Motoristas da Metrobus fazem paralisação na manhã desta sexta-feira (9), em Goiânia

Greve afeta apenas o Eixo Anhanguera. Demais linhas funcionam normalmente, de acordo com a Rede Metropolitana de Transportes Coletivos da Grande Goiânia (RMTC)

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Ônibus do Eixo Anhanguera. Foto: reprodução/Instagram/metrobusgo

Desde as primeiras horas da manhã desta sexta-feira (9), motoristas da Metrobus realizam uma paralisação em Goiânia. Por isso, os ônibus que atendem a linha Eixo Anhanguera permanecem na sede da companhia.

A greve foi definida em assembleia realizada no último sábado (3) pelo Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores no Transporte Coletivo Urbano de Goiânia e Região Metropolitana (Sindicoletivo).

A reivindicação prioritária dos profissionais da categoria é a vacinação imediata dos motoristas contra a Covid-19. O Sindicoletivo contabiliza oficialmente 270 trabalhadores contaminados e 16 mortos pela doença.

O sindicato alega descaso das empresas e cobra a imunização desses profissionais, em virtude das aglomerações ocorridas no transporte coletivo.

Por meio de nota, a Rede Metropolitana de Transportes Coletivos da Grande Goiânia (RMTC) informou que todas as demais linhas do sistema Metropolitano de Transporte Coletivo estão funcionando normalmente e que a greve afeta apenas as linhas do Eixo Anhanguera.

A paralisação atinge usuários que transitam pelos terminais Padre Pelágio, Dergo, Praça A, Praça da Bíblia, Novo Mundo e Vera Cruz, em Goiânia, além dos terminais de Goianira, Senador Canedo e Trindade e estações ao longo da via.

A favor da vacinação, contrário à paralisação

Em nota, o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo da Região Metropolitana de Goiânia (SET) afirmou ser totalmente a favor da vacinação dos trabalhadores do transporte público coletivo, mas disse que a paralisação do serviço não é a solução e trata-se de uma ação ruim para toda a população na Região Metropolitana de Goiânia.

Segundo o órgão, a manutenção do transporte público é fundamental para que se mantenha os serviços essenciais funcionando, como saúde e alimentação. De acordo com o SET, pesquisas atestam que o transporte publico coletivo nunca se configurou como vetor de transmissão.

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