Mark Zuckerberg anuncia integração de Whatsapp, Messenger e Instagram

Declaração foi publicada no perfil oficial do CEO nesta quarta-feira (6)

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Foto: reprodução/internet

Os aplicativos de conversa ligados ao Facebook terão suas funções integradas. Pelo menos, é o que diz o presidente-executivo da empresa, Mark Zuckerberg. A novidade foi confirmada por meio de uma publicação em seu perfil oficial nesta quarta-feira (6).

De acordo com o texto, a integração entre WhatsApp, Messenger e Instagram Direct é uma oportunidade de se facilitar a comunicação e criar uma plataforma mais simples e mais segura, que priorize a privacidade. No entanto, o executivo ainda não anunciou uma data para que a novidade entre em vigor.

“As pessoas querem poder escolher o serviço que usam para se comunicar com as pessoas. Hoje, se você quiser enviar mensagens para as pessoas no Facebook, você precisa usar o Messenger, no Instagram você tem que usar o Direct, e no WhatsApp você tem que usar o WhatsApp. Queremos oferecer às pessoas uma opção para que elas possam alcançar seus amigos nessas redes a partir do aplicativo que preferirem”, disse Zuckerberg.

“Isso significa assumir posições em alguns dos problemas mais importantes que o futuro da Internet enfrenta. Como sociedade, temos a oportunidade de definir onde estamos, decidir como valorizamos as comunicações privadas e quem decide quanto tempo e onde os dados devem ser armazenados. Acredito que devemos trabalhar para um mundo em que as pessoas possam falar em particular e viver livremente, sabendo que suas informações só serão vistas por quem elas quiserem ver e não permanecerão para sempre. Se pudermos ajudar a mover o mundo nessa direção, ficarei orgulhoso da diferença que fizemos”, concluiu.

Publicado por Mark Zuckerberg em Quarta-feira, 6 de março de 2019

Problemas de privacidade

Recentemente, o Facebook enfrentou problemas relacionados à privacidade de seus usuários. Um escândalo foi revelado em março de 2018, no qual mais de 87 milhões de pessoas tiveram seus dados vazados.

Das contas atingidas, mais de 440 mil pertenciam a brasileiros. O episódio fez com que Mark Zuckerberg prestasse esclarecimentos ao Congresso americano.

As informações foram coletadas de forma irregular pela consultoria britânica Cambridge Analytica, para serem utilizadas em estratégias de campanha do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante as eleições de 2016.

Em setembro, a companhia anunciou que dados pessoais de cerca de 50 milhões de usuários haviam vazado, devido a uma brecha na segurança da plataforma.

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