Goiânia

Rua do Lazer é reconhecida como Patrimônio Imaterial de Goiânia

Objetivo da lei é possibilitar a adoção de politicas públicas para a via, tida como um marco simbólico da vida urbana e cultural da Capital

O prefeito Sandro Mabel (União Brasil) sancionou, na última sexta-feira (24/4), um projeto de lei que reconhece a Rua do Lazer, no Centro da Capital, como Patrimônio Imaterial de Goiânia.

Proposta pelo vereador Wellington Bessa (Democracia Cristã), a matéria havia sido aprovada em Plenário no último dia 1º de abril, na Câmara Municipal.

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Segundo o texto, a rua está ligada à memória coletiva dos goianienses e se consolidou como ponto de encontro de artistas, estudantes, trabalhadores, turistas e moradores.

“O reconhecimento da Rua do Lazer como patrimônio imaterial visa garantir a preservação de sua história, de seus usos tradicionais e da função social que exerce no espaço urbano, valorizando os saberes, fazeres e práticas culturais que ali se desenvolvem há mais de 40 anos”, afirma um trecho do projeto apresentado pelo vereador Bessa.

Vereador Wellington Bessa, autor do projeto — Foto: Mariana Capeletti

Sobre a Rua do Lazer

Inaugurada em 1981, na Rua 8, a Rua do Lazer é um dos marcos simbólicos da vida urbana e cultural da Capital e foi idealizada como ambiente voltado ao convívio social, à expressão artística e à promoção da cidadania, sendo pioneira na proposta de ocupação urbana, com foco no lazer, na cultura e na convivência.

O local atrai muitas pessoas devido às opções gastronômicas e de diversão existentes. Atualmente, a via é bloqueada para o trânsito a partir das 18 horas de sextas-feiras e sábados e durante todo o dia aos domingos e feriados.

Ao longo das décadas, a Rua do Lazer se tornou um verdadeiro palco de manifestações culturais, feiras de artesanato, apresentações musicais, intervenções artísticas e atividades comunitárias, desempenhando um papel central na formação da identidade cultural goianiense.

“O tombamento simbolico deste espaço como patrimônio imaterial possibilitará a adoção de politicas públicas de valorização e preservação desse bem cultural, assegurando sua continuidade e adaptação às futuras gerações”, reforça o texto do projeto.

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Vinicius Martins

Jornalista por formação, com especialização em Marketing e Estratégia Digital. Fundador e editor-chefe da Revista Factual.

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