Vias do Centro de Goiânia tem limite de velocidade ajustado para 50 km/h; entenda
Estudo técnico apontou incompatibilidade do limite anterior de 40 km/h com as características de vias com múltiplas faixas, boa visibilidade e traçado predominantemente reto

O prefeito Sandro Mabel (União Brasil) anunciou, nesta terça-feira (3/2), a alteração do limite de velocidade para 50 km/h em vias do Centro de Goiânia. O objetivo é melhorar a fluidez e aumentar a segurança viária em vias estruturais da região. As alterações incluem a implantação completa da nova sinalização vertical e horizontal da chamada Zona 50 e sincronização de semáforos com a chamada Onda Verde.
“Foi constatado que o limite de 40 km/h se mostrou incompatível com as características dessas vias, que têm múltiplas faixas, boa visibilidade e traçado predominantemente reto. Nosso levantamento apontou também que a maior parte dos motoristas já circulava entre 48 km/h e 55 km/h, então estamos formalizando em 50 km/h”, explicou o prefeito.
Mabel também destacou que as vias têm travessia com faixa pintada, sinal do pedestre, e que a análise dos últimos 5 anos indica baixo índice de sinistros nos trechos, sem registro de vítimas.
O novo limite de velocidade valerá para vias de caráter estrutural e de grande circulação, não para ruas locais ou áreas residenciais típicas de Zona 40.
Entram na mudança as seguintes vias do Centro de Goiânia:
- Avenida Araguaia (via arterial principal);
- Avenida Tocantins (via arterial principal);
- Avenida Paranaíba (via arterial secundária/coletora principal);
- Avenida Anhanguera (via arterial estrutural/eixo troncal);
- Rua 3 (via coletora principal).
Os radares nesses trechos já foram reprogramados e começarão a fiscalizar somente após a substituição total da sinalização e da nova aferição do Inmetro.
Segundo a Secretaria Municipal de Engenharia de Trânsito (SET), o relatório aponta que quando o limite está muito abaixo da velocidade natural da via, parte dos condutores deixa de respeitá-lo, o que reduz a credibilidade da sinalização e aumenta a instabilidade do tráfego.
“A partir do estudo, observamos que essas vias apresentavam a necessidade de outra velocidade para dar mais fluidez, mantendo a segurança aviária da região. Esse é um pedido antigo de comerciantes e usuários da região”, apontou o titular da SET, Tarcísio Abreu.
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